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Sergio Telles (1936)

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Artist's Biography

Sergio Telles nasceu em 1936 no Rio de Janeiro e começou a pintar aos 9 anos na Quinta da Boa Vista orientado por Levino Fânzeres, um paisagista. Em 1954 Sergio Telles participou pela primeira vez do Salão Nacional de Belas Artes, ocasião em que foi agraciado com uma viagem à Bahia. No ano seguinte realizou sua primeira exposição individual no Rio de Janeiro. Em 1957 Sergio Telles viajou para a Europa e visitou os principais museus na Itália, França, Holanda e Portugal. Naquele mesmo ano, na condição de estagiário, prestou serviços de restauração na Pinacoteca do Vaticano. Depois de seu retorno ao Brasil, trabalhou nos ateliês de Rodolfo Chambelland, Oswaldo Teixeira e Marie Nivouliès de Pierrefort, no Rio de Janeiro. Em 1964, ingressou no Ministério das Relações Exteriores por concurso público e, como diplomata, exerceu diversas funções no Brasil e em países como Portugal, Argentina, Angola, Japão, França, Malásia, Líbano, Suíça e Tunísia. Regressou ao Brasil em 2006 e reside em São Paulo. A obra de Sergio Telles, desenhos, aquarelas, gravuras e pinturas realizadas no Brasil, França, Portugal, Líbano, e Tunísia (paisagens urbanas, praias, mercados, bailes populares, interiores de seus ateliês) figura em museus importantes como o Carnavalet, o Beaubourg, o de Arte Moderna de Paris, Grenoble e Marselha, o Petit Palais de Genebra, o Hermitage de São Petersburgo, o Pouchkine de Moscou, o MASP de São Paulo, o Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, a Fundação Gulbenkian e o Museu de Lisboa, o Bridgestone de Tóquio, o Albertina de Viena e o Palácio Kheireddine de Túnis. Suas principais exposições foram organizadas por alguns dos museus acima listados e pelas galerias Wildenstein de Londres, Tóquio e Buenos Aires, Bernheim Jeune, « La Cave » e Claude Marumo em Paris, Perron em Genebra, Jean Boghici no Rio de Janeiro, Renato Magalhães Gouvêa em São Paulo, S. Mamede em Lisboa, Nuno Lima de Carvalho no Estoril, Fujikawa em Tóquio e Stuker em Zurique. Textos sobre a pintura de Sergio Telles foram escritos por críticos de arte e intelectuais como Bernard Dorival, Gaston Diehl, Raymond Cogniat, Arnaud d’Hauterives, Pierre Courthion, Pierre Seghers, Henri Dauberville, Jeanine Warnod (Paris), François Daulte (Lausanne), Antonio Bento,Jorge Amado, Olivio Tavares de Araujo, Ferreira Gullar, Fabio Magalhães, Carlos Drummond de Andrade, Mario Barata, Clarival do Prado Valladares, José Roberto Teixeira Leira, Jacob Qlintowitz, Gilberto Gil, Rachel de Queiroz (Rio e São Paulo), Antonio Valdemar, José Carlos Vasconcellos, Fernando Namora (Lisboa), Rafael Squirru, Cesar Magrini, Eduardo Baliari, Sigmart Blum (Buenos Aires), Chisaburo Yamada, Yasuo Kamon (Tóquio). Tratam-se de impressões que figuram em livros, álbums de gravuras e catálogos de suas exposições publicados na França, Brasil, Argentina, Portugal, Tunísia e Japão. Catálogos de exposição Paysages du Portugal, Fondation Calouste Gulbenkian, Paris, 1971, textos de Jorge Amado, Henri Dauberville, Oscar Lopes, Fernando de Pamplona e outros; Galeria Wildenstein, Buenos Aires, 1972, textos de Henry Dauberville, Jorge Amado e Rafael Squirru;Pinacoteca de São Paulo, 1973, textos de Pedro de Magalhães Padilha, Jorge Amado, Artur Maciel e Aldo Galli;Mangue, Ruas, Retratos, Bolsa de Arte do Rio de Janeiro, 1975, textos de Raymond Cogniat et de Clarival do Prado Valladares;Sergio Telles: voyage au pays de Protée, Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, 1976, texto de César Magrini;Catálogo da exposição no Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, 1976;Galerie La Cave, Paris, 1977;Galerie Wildenstein, Tóquio, 1980, textos de Yasuo Kamon, François Daulte, Gaston Diehl e Bernard Dorival;Exposition Itinerante au Japon, Tóquio, 1980, textos de Pierre Courthion, François Daulte, Yasuo Kamon, François Daulte e Bernard Dorival;Musée Carnavalet, Paris, 1982, textos de Bernard de Mongolfier, Sergio Telles, Pierre Courthion, Pierre Mazars, Pierre Seghers, François Daulte, Gaston Diehl, Bernard Dorival;Le Japon, Galerie La Cave, Paris, 1982, Ed. du Perron; Galeria Jean Boghici, Rio de Janeiro, 1983, textos de Gerardo Mello Mourão, Pierre Courthion, Pierre Seghers, Bernard Dorival;Rio de Janeiro visto por Sergio Telles, Rio de Janeiro, 1986, Galeria Olívia Kann, texto de Rubem Braga;Viagens, retrospectiva no Museu de Arte de São Paulo (MASP), 1988, textos de P.M. Bardi, Fernando Namora, Chisaburo Yamada, Maurice Pianzola e Yasuo Kamon;Galeria São Mamede, Lisboa, 1988, texto de Fernando Namora; Retrospectiva, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1988, texto de José Sommer Ribeiro, Gaston Diehl, Fernando Namora e Sergio Telles;São Paulo visto por Sergio Telles, São Paulo, 1988, Galeria Renato Magalhães Gouvêa;Galeria Bonino, Rio de Janeiro, 1989, texto de Sergio Telles, Rio de Janeiro, 1989;Galerie du Perron, Genebra, 1989, textos de Gaston Diehl e Maurice Pianzola;Voyages, Galerie Claude Marumo, Paris, 1990, textos de Pierre Seghers, Gaston Diehl, Mario Carelli, Bernard de Mongolfier;Hommage à la Tunisie, Tunis, 1990, Galerie de la Culture et de l’information, textos de Gaston Diehl e Manuela de Azevedo;Portugal na obra de Sergio Telles, Estoril, 1991, textos de Nuno Lima de Carvalho, Oscar Lopes, Antônio Valdemar, Joaquim-Francisco Coelho, Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado e Sergio Telles;Renato Magalhães Gouvêa, São Paulo, 1994, texto de Renato Magalhães Gouvêa;Galeria Belas Artes, Rio de Janeiro, 1994, texto de Ferreira Gullar;Os ateliers do viajante, retrospectiva, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1995, textos de Cláudio Telles e José Roberto Teixeira Leite;Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG),1995, texto de Ferreira Gullar e cartas a Sergio Telles de Carlos Drummond de Andrade;Liban Lumières, Galerie Jean Boghici, Artuel, Foire Internacional d´Art Contemporain, Beirute, 2000, textos de Maurice Pianzola e Gaston Diehl;Portugal, Fondation Calouste Gulbenkian, Paris, 2001, textos de Francisco Betancourt, Marcos de Azambuja e António Monteiro;Musée de la Ville de Tunis, Ed. Simpact, Tunis, 2004;Ruas e ateliers de Sergio Telles, Galeria Arte 57, São Paulo, 2005. Obras de referência Dicionários de arte na França: E. Bénezit Dictionaire des Peintres, Dessinateurs et Graveurs, Editions Grund, Paris, 1999;Annuaires Akoun, Bordas, Mayer, Officiel des Arts;Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses ou que trabalharam em Portugal, por Fernando Pamplona, Ed. Livraria Civilização, Barcelos, Portugal;Portuguese 20th Century Artists, Michael Tannock, Phillimore & Co. Ltd. Chichester, West Sussex, England, 1978;L´Oeil, Ed. N.S. Lausanne, octobre 1978, septembre 1982, novembre 1990;Julio Pacello e suas Edições de Arte, Ed. Ministério das Relações Exteriores, Brasília, 1980; Cotação dos artistas Portugueses em Leilão, Jean Pierre Blanchon;Dicionário Crítico da Pintura no Brasil, Ed. Artlivre, Rio de Janeiro, 1988;150 anos de Pintura no Brasil:1820-1970, Coleção Sergio Fadel, Ed. Colorama, Rio de Janeiro, 1989; Natureza: quatro séculos de arte no Brasil, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 1992;Matrizes e gravuras brasileiras da coleção Guita e José Mindlin, Ed. Fondation Calouste Goulbenkian Centro de Arte Moderna, Lisboa, 1993;Arte 57, Ed. da Galeria, Texto de Olívio Tavares Araújo, São Paulo, 2005;Arte Moderna, o Olhar do Colecionador, Sergio Fadel, Ed. Fadel, Rio de Janeiro, 2006; MASP Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, Catálogo Geral, Ed. 2008. Museus e Bibliotecas Nacionais e Internacionais que possuem suas obras Masp - Museu de Arte de São Paulo; Carnavalet; Nacional de Arte Moderna; Arte Moderna das Cidades de Paris, Grenoble, Lyon, Rouen,Limoges, Bordeaux, Caen, Cantini, Marselha; Grão Vasco, Viseu; Nacional Soares dos Reis, Porto; Évora de Lisboa; Petit Palais, Genebra; Arte Moderna do Rio de Janeiro; Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro; Arte Moderna, Buenos Aires; Arte Moderna, Kobe; Bridgestone, Tokyo; Pouchkine, Moscou; Hermitage, São Petersburgo; Fundações Calouste Gulbenkian, Lisboa, Paris e do Hermitage em Lausanne; Galeria Nacional, Kuala Lumpur, Malásia; Graphischem Sammlung Albertina, Viena; Museu da Cidade de Túnis e as Bibliotecas Nacionais de Paris, Tóquio, Rio de Janeiro e Lisboa.

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