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Emiliano Di Cavalcanti (1897 - 1976)

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Biografia do Artista

Nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 06 de setembro de 1897 e faleceu na mesma cidade, em 26 de outubro de 1976. Com o falecimento de seu pai, em 1914, começa a trabalhar e faz ilustrações para a revista Fon-Fon. Em 1916, transferindo-se para São Paulo, ingressa no curso superior de Direito. Segue fazendo ilustrações e começa a pintar. Entre 11 e 18 de fevereiro de 1922 idealiza e organiza a Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo, criando para essa ocasião as peças promocionais do evento: catálogo e programa. Faz sua primeira viagem à Europa em 1923, permanecendo em Paris até 1925. Frequenta a Academia Ranson. Expõe em diversas cidades: Londres, Berlim, Bruxelas, Amsterdan e Paris. Conhece Picasso, Léger, Matisse, Erik Satie, Jean Cocteau e outros intelectuais franceses. Retorna ao Brasil em 1926 e ingressa no Partido Comunista. Segue fazendo ilustrações. Na década de 1930 Di Cavalcanti mergulha em dúvidas quanto a sua liberdade como homem, artista e dogmas partidários. Nesta década enfrenta também a prisão e vai para o exílio Inicia suas participações em exposições coletivas, salões nacionais e internacionais como a International Art Center em Nova Yorque. Em 1932, funda em São Paulo, com Flávio de Carvalho, Antonio Gomide e Carlos Prado, o Clube dos Artistas Modernos. Reside em Paris por alguns anos e retorna ao Brasil, fixando-se em São Paulo. Um lote de mais de quarenta obras despachadas da Europa não chegam ao destino, extraviam-se. Passa a combater abertamente o abstracionismo através de conferências e artigos. Em 1946 retorna à Paris em busca dos quadros desaparecidos. Em 1951, é convidado e participa da I Bienal de São Paulo. Neste período fez uma doação ao Museu de Arte Moderna de São Paulo, constituída de mais de quinhentos desenhos. Recebe a láurea de melhor pintor nacional na II Bienal de São Paulo, prêmio dividido com Alfredo Volpi. Em 1956, participa da Bienal de Veneza e recebe o I Prêmio da Mostra Internacional de Arte Sacra de Trieste. Seus trabalhos fazem parte de exposição itinerante por países europeus. Foi convidado por Oscar Niemeyer para a criação de imagens para tapeçaria a ser instalada no Palácio da Alvorada e pinta as estações para a via-sacra da catedral de Brasília. Di Cavalcanti continuou produzindo até os últimos anos de sua vida, até falecer em 1976.

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