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Aluisio Carvão (1920 - 2001)

Aluisio Carvão
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Biografia do Artista

Nasceu em 24 de janeiro de 1920 na cidade de Belém do Pará, onde passou a infância e adolescência. Iniciou suas atividades no campo artístico ainda em seu estado, trabalhando como ilustrador de revistas, escultor e cenógrafo, além de realizar algumas experiências na pintura. Em 1946 participou pela primeira vez de uma coletiva, apresentando algumas de suas pinturas, tendo recebido o Prêmio Especial no Salão Paraense de Belas Artes. Três anos mais tarde, em 1949, instalado no Rio de Janeiro, freqüentou o curso de especialização para professores de desenho e artes aplicadas patrocinado pelo Ministério da Educação e Saúde, ao mesmo tempo em que recebia orientação de Ivan Serpa no Museu de Arte Moderna. Tornou-se grande amigo de Serpa e, no Rio de Janeiro, integrou o Grupo Frente, que reunia os concretistas cariocas. Carvão realizou exposições no Rio de Janeiro, em 1956, e em São Paulo, em 1957. Já no ano seguinte, realiza uma individual na Galeria de Arte da Folhas, mostrando o resultado de novas pesquisas, que denominou de "Núcleo-tensivo e ritmo-centrípeto-centrifugal", dentro ainda do movimento concretista. Juntamente com seus companheiros do Grupo Frente, integra o movimento neoconcreto, cujo manifesto de cisão com o concretismo é divulgado em 1959, e com eles participou de algumas exposições em São Paulo, Rio de Janeiro e em Salvador. Na década de 1950, estagiou ainda na Escola Superior da Forma de Ulm, na Alemanha, como artista visitante. Em 1960 ganhou, no Salão Nacional de Arte Moderna, o prêmio de viagem ao estrangeiro, embarcando para a Europa, onde permaneceu até 1963. Neste mesmo ano, tornou-se professor do Museu de Arte Moderna, onde havia estudado quando de sua chegada ao Rio de Janeiro. Ao final da década iniciou sua série com material reciclável, construindo obras a partir de tampinhas de garrafa, barbante e descartáveis, com seu trabalho evoluindo para uma pesquisa cromática no campo da abstração. Foi também professor na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, além de ter participado de bienais de arte no Brasil e no exterior. Em maio de 2001, realizou sua última exposição, juntamente com trabalhos de Ione Saldanha, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Em 15 de novembro do mesmo ano veio a falecer no Rio de Janeiro, cidade na qual passou a maior parte de sua vida, exercendo uma grande influência sobre toda uma geração de artistas. Aluísio Carvão concedeu sua última entrevista para os críticos Glória Ferreira, Paulo Venâncio Filho e Luiz Camillo Osório e os artistas Malu Fatorelli e Ronald Duarte. Seu depoimento foi matéria do oitavo número da revista Arte e Ensaios, da Escola de Belas Artes da UFRJ. Fonte: http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/JK/biografias/aluisio_carvao

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